segunda-feira, 27 de maio de 2013

Alimentos que pacientes com suspeita de Dengue devem evitar


O Brasil enfrenta este ano uma das maiores batalhas contra a Dengue que se alastra em vários municípios e estados. Minas Gerais é o mais atingido pela doença. Dados da Secretaria da Saúde do Estado, aponta 165.845 casos notificados, muito acima do registrado em todo o ano de 2012 (46.681). Também foram registrados 37 óbitos.

A ASBRAN, engajada nas campanhas de orientação ao cidadão, traz algumas informações importantes para o paciente com suspeita de Dengue no aspecto nutricional.

Os alimentos que contêm salicilatos e os de ação antitrombótica devem ser evitados em caso de suspeita da doença. Portanto, evite consumir ABRICÓ, AMEIXA FRESCA, AMÊNDOA, AMORA, BATATA, CEREJA, GROSELHA, LIMÃO, MAÇÃ, MELÃO, MORANGO, NECTARINA, NOZES, PASSA, PEPINO, PÊSSEGO, PIMENTA, TANGERINA, TOMATE e UVA.

Os alimentos que têm ação antitrombótica são: ALHO, CEBOLA, GENGIBRE.

A nutricionista ainda detalha sobre os derivados salicílicos, que diminuem a biodisponibilidade da vitamina C, os níveis séricos de folato - ferro e potássio e as proteínas plasmáticas. Ao mesmo tempo aumentam a excreção urinária das vitaminas B1, B6 e K. Podem provocar alterações gástricas, hipotensão, alergia, distúrbio do equilíbrio ácido-básico e fenômenos hemorrágicos que poderão gerar anemia.

Já o Paracetamol interfere na absorção das vitaminas B1 - B6 - K e folacina. "Dietas hiperglicídicas e contendo alto teor de pectina retardam sua absorção. Pode provocar alterações hepáticas", explica.
Ela ainda reforça a necessidade da hidratação que, nos casos de dengue, é fundamental. "A recomendação é ingerir, em média, 60 a 80 ml de líquido por quilo de peso dia. Assim, para uma pessoa de 60kg o volume ingerido deve variar de 3,6 litros a 4,8 litros dia, nos primeiros cinco dias. A administração deve ser fracionada em pequenos volumes de forma a evitar náuseas e vômitos", afirma Nelzir.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Enxaqueca: Uma questão alimentar?

A enxaqueca é caracterizada como uma dor de cabeça moderada ou severa, localizada no fronto-temporal unilateral ou bilateral, pulsátil ou pressão, muito comumente associada a náuseas (vômitos), intolerância a barulhos e a luz. A frequência pode variar muito de uma pessoa para outra. Acomete aproximadamente 12% da população feminina, principalmente em mulheres acima do peso, chegando a refletir um impacto na economia e na qualidade de vida. Dentre o grupo de celíacos, a incidência de enxaqueca aumenta para 18,6%.
Veja a diferença de dor de cabeça e enxaqueca: 

Os principais fatores associados a crises são:Insônia: geralmente pessoas com menos melatonina (hormônio da glândula pineal) tem enxaqueca. Destaco, que pessoas com o intestino não saudável geralmente apresentam menos melatonina.
Estresse, tensão Alterações hormonais: suspeita-se associação com o hormônio estradiol, sendo então, predominante durante o período menstrual, quanto este hormônio tem uma diminuição significativa. Além dos hormônios do ciclo menstrual, os opioides endógenos e serotonina também apresentam alterações nestes períodos.
Depressão e distúrbio da serotonina: a serotonina é um neurotransmissor, que tem com uma de suas funções, impedir estímulos como a dor. Tanto o excesso, como a falta pode contribuir para as crises.
A não amamentação materna exclusiva, vem sendo associado como fator, uma vez que o leite materno proporciona inúmeros benefícios como prevenção de deficiências nutricionais, equilíbrio de flora intestinal, melhora do sistema imunológico, entre outros.
Pré-disposição genética: onde podemos considerar fatores como, menor detoxificação do fígado, levando a alterações hormonais, bem como hábitos alimentares passados de geração para geração, entre outros.
Jejum prolongado: favorece a baixa concentração de glicose no sangue, o principal combustível e fundamental para formação da serotonina.
DesidrataçãoSensibilidade alimentar: Os estudos demonstram que, em 65% dos casos, fatores alimentares estão associados. Os principais alimentos são:

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Creatina e atividade física


A Creatina é um composto nitrogenado derivado dos aminoácidos glicina, arginina e metionina, encontrado principalmente nos músculos esqueléticos. É uma substância natural que nosso corpo produz para ter energia, sendo que a maioria das pessoas normalmente produz cerca de 2 g de creatina todos os dias, o que é suficiente para se ter um bom equilíbrio.

Os músculos são constituídos de aproximadamente 70% de água. A creatina ajuda a introduzir a água nas células musculares, dando-lhes volume. Os músculos ficam como que inchados e este processo ajuda na síntese de proteína. A creatina é encontrada principalmente na musculatura esquelética, mas também em outros tecidos como o músculo cardíaco, o cérebro, a retina e ainda os espermatozóides. 


A creatina tem como objetivo, ajudar na contração muscular, é reserva de energia para a regeneração do ATP, melhora o desempenho esportivo, e é utilizada como recursos ergogênicos para exercício de alta intensidade e curta duração. 

Podemos encontrar creatina em fontes alimentares (carne vermelha e peixe); endógena (pelo próprio organismo) e através de suplemento nutricional, que tem sido utilizada para otimização do desempenho de atividades físicas. 

Creatina e atividade física, funciona? 
Apesar da função energética da creatina na atividade física ser conhecida há décadas, apenas recentemente discute-se os possíveis efeitos ergogênicos da suplementação oral desse composto. Essa suplementação parece aumentar os estoques musculares de creatina. Muitos estudos disponíveis sugerem que a suplementação de creatina ajudaria no desempenho de atividades de curta duração e alta intensidade, particularmente em exercícios intermitentes com limitados intervalos para repouso. 

Coma brócolis!

Fica a dica! Beijos

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Alergia à proteína da vaca ou intolerância à lactose...você tem algum desses dois?

Você já deve ter ouvido falar da alergia às proteínas do leite de vaca (APLV) e da mais famosa intolerância à lactose não?

Como saber se você sofre de uma ou de outra? 


Na verdade, atualmente, existem muitos diagnósticos errados por aí. Muita gente achando que é intolerante à lactose e excluindo leite e derivados da dieta sem comprovação de que realmente exista uma intolerância, que em muitos casos, não existe. Assim como, existem muitas pessoas diagnosticadas erroneamente como intolerantes à lactose que não melhoram com a dieta restrita de leite e derivados porque têm na verdade APLV e deveriam cortar também carne de vaca da dieta e não só o leite. 

Bom, existem algumas diferenças entre elas. A APLV é mais rara e acomete mais crianças, enquanto a intolerância à lactose é mais frequente e acomete mais os adultos. 

Os sintomas gastrointestinais das duas podem ser bem parecidos, como diarréia, gases, estufamento abdominal, cólicas. Mas, na intolerância à lactose os sintomas são apenas gastrointestinais, enquanto na APLV ocorrem também manifestações alérgicas na pele e no aparelho respiratório. 

Na APLV o início dos sintomas costuma coincidir com o momento da introdução de leite de vaca na dieta, mas mesmo em aleitamento materno exclusivo, o lactente pode ser sensibilizado devido ao consumo de leite pela mãe.

Receita: Pão de coco sem glúten

Bom dia pessoal, a postagem de hoje é uma receitinha de pão de coco sem glúten. Sabemos que quem tem intolerância ao glúten sofre muito, pois é um mercado super carente de produtos, e quando se acha os preços não são tão agradáveis. Então ai vai uma dica para preparo. Ótimo feriado a todos!! Beijos

Ingredientes:

- 1 xícara de Polvilho Azedo;
- 1 xícara de Farinha de Arroz;
- 2 colheres de sopa bem cheias de Farelo de Arroz;
- 2 colheres de sopa bem cheias de Farelo de Soja;
- 2 colheres de sopa de Semente de Linhaça;
- 1 colher de sopa de Gergelim;
- 3 colheres de sopa de Açúcar Mascavo;
- 1 colher de sobremesa de Sal;
- 3 colheres de sopa de Óleo de coco extra virgem;
- 3 Ovos inteiros;
- 1 envelope de Fermento Rápido para pão.